terça-feira, 29 de outubro de 2013

Será Ion Mihai Pacepa um agente triplo? Isso é desinformatzya!Será Ion Mihai Pacepa um agente triplo? Isso é desinformatzya!


28 de outubro de 2013 às 19:54

No ano de 1978 o militar da Securitate, serviço de inteligência da Romênia (fantoche da KGB soviética), o rumeno Ion Mihai Pacepa (pronuncia-se ión mi-rra-i pa-ce-pá) fugiu para os Estados Unidos depois de uma breve estada na embaixada americana na Alemanha onde pedira asilo.


 Em 1987 publicou nos Estados Unidos Red Horizons: Chronicles of a Communist Spy Chief O trabalho de Íon Pacepa é bem conhecido. Graças a ele o mundo secreto da KGB se abriu e importantes informações sobre o trabalho de décadas da KGB, ex-NKVD, foram reveladas. Entre outros agentes da KGB que fugiram para os EUA, Ion Pacepa torna-se relevante especialmente em assuntos que envolvem o Vaticano, o Papa Pio XII, e o holocausto. Seu trabalho tem sido desde a sua fuga o de inocentar o papa Pio XII das acusações de ser nazista, ou pelo menos simpatizante do regime de Hitler, e de não ter feito nada ou pouco para salvar judeus dos campos de concentração nazista. Pacepa confessa que ele mesmo esteve pessoalmente envolvido e tem conhecimento de como a KGB trabalhou para minar a confiança do mundo na Igreja Católica. Essa confissão encerra o assunto sobre a inocência de Pio XII. Graças a ele até ateus como Richard Dawkins hoje acreditam na inocência de Pio XII.


Os anos 70 mostraram um avanço do comunismo pelo mundo em escala nunca antes feita. Os bolcheviques desembarcaram na America nesta década. Uma década de acordos, concessões, e de domínio da new left na sociedade americana. Tal domínio na vida intelectual, acadêmica, diplomática e política, mudou o curso da história nos EUA. A guerra do Vietnam, os Acordos de Helsinque, concluídos em 1/8/1975, o governo pró-comunista de Jimmy Carter, a expansão da Teologia da Libertação – criação jesuíta, por excelência –, e a unificação de propósitos da Nova Ordem Mundial que buscavam a abolição das diferenças ideológicas ao igualar políticas de “esquerda” e de “direita” em torno de temas pseudo-benéficos como “direitos humanos” e “liberdade religiosa”, caracterizaram esta década como uma era de vitórias para o comunismo de Moscou. A Igreja Católica teve uma participação decisiva nisso através de sua ostpolitik (política externa) comandada pelo comunista cardeal Agostino Casaroli, chefe da diplomacia do Vaticano desde os anos iniciais de João XXIII, o papa bom, bom e comunista, bom e traidor da Igreja Católica, que patrocinou o Acordo de Metz com os comunistas de Moscou e inaugurou o Concílio Vaticano II, o qual, como se sabe, preparou “pastoralmente” a Igreja para as idéias comunistas. Então, desde 1958 e até antes, a Igreja se abria ao comunismo e sofria a tentação do regime de Moscou que ansiava pela destruição ou enfraquecimento de seu maior inimigo.


Nos Acordos de Helsinque, aliás, mostrados literariamente no livro Windswept House do Padre Malachi Martin, como comandados pela Igreja de Casaroli e Paulo VI, e nos quais a America e a União Soviética celebravam um pacto de cooperação e segurança para a Europa, preparava-se a criação da União Européia. A OSCE (Organização para a Segurança e a Cooperação para a Europa) fundada para celebrar o que parecia um pacto entre inimigos ideológicos mortais (Os Acordos de Helsinque) escondia outra face: na verdade era uma capitulação da America ao comunismo. Havia certas condições, entretanto. Algumas delas muito se assemelhavam às condições acordadas no Pacto de Metz de 1958, isto é, quem levava vantagem era sempre a União Soviética. Para o mundo da política e da diplomacia era um avanço dos direitos humanos. Mas nós sabemos o que são “direitos humanos” para comunistas. A America já enfraquecida pela propaganda soviética na mídia sionista celebrava a “detènte”, política de distensão, como era chamada, com o Urso Soviético Leonid Brejniev. O presidente americano era o fraco Gerald Ford, herdeiro do fracassado Richard Nixon e seu Watergate.

The Conference on Security and Cooperation in Europe opened in Helsinki on 3 July 1973 with 35 states sending representatives. Stage I only took five days to agree to follow the Blue Book. Stage II was the main working phase and was conducted in Geneva from 18 September 1973 until 21 July 1975. The result of Stage II was the Helsinki Final Act which was signed by the 35 participating States during Stage III, which took place in Finlandia Hall from 30 July – 1 August 1975. It was opened by Holy See’s diplomat CardinalAgostino Casaroli, who was chairman of the conference. The concepts of improving relations and implementing the act were developed over a series of follow-up meeting, with major gatherings in Belgrade (4 October 1977 – 8 March 1978), Madrid (11 November 1980 – 9 September 1983) and Vienna (4 November 1986 – 19 January 1989).(fonte: wikipedia)

As palavras do própio Casaroli na ocasião:


O Cardeal Aquile Silvestrini, ainda vivo, e que foi o principal ajudante de Casaroli, em 1985 denunciava o fracasso dos Acordos de Helsinque. Era época de João Paulo II e seu ecumenismo irresponsável. Se queixa o Cardeal Silvestrini:http://archive.catholicherald.co.uk/article/9th-august-1985/2/helsinki-progress-disappointing-says-pope

O governo Jimmy Carter (1977-1981) ficaria célebre por sua adesão ao comunismo e Castro em Cuba e sua omissão diante da expansão do comunismo na America, principalmente no establishment cultural e diplomático americano. Carter pagou um mico formidável na questão do Iran e os ayatolás. A década de glória da grande conquista soviética se encerraria. Não foi preciso comprar nada, não foi preciso comprar nem invadir os Arquivos Secretos do Vaticano; nunca houve promessa de um bilhão de dólares do governo romeno para o Vaticano. A própria Igreja, já comunista na sua política internacional, rezava pela “paz”, pela “coeexistência pacífica” com o comunismo. É da década de 80 o arrependimento pela traição ao povo católico – um arrependimento tardio.

Ion Pacepa no seu último livro de julho de 2013 volta ao assunto de seu protagonismo pessoal. Em Disinformation: Former Spy Chief Reveals Secret Strategy for Undermining Freedom, Attacking Religion, and Promoting Terrorism, o tema reforça seu apoio à Igreja e ao Papa Pio XII, e mais uma vez recebe críticas, agora surpreendemente dos sionistas, pelo menos os mais radicais. Ainda em 2007, ano da publicação no National Review do famoso artigo de 25 de janeiro, Moscow’s Assault on the Vatican, The KGB made corrupting the Church a priority,


ele recebia críticas da própria Igreja e de ninguém menos do que o padre jesuíta alemão Peter Gumpel, vivo ainda hoje e com 90 anos, Guardador dos Arquivos Secretos do Vaticano e relator do processo de canonização de Pio XII, o padre Gumpel desmente Ion Pacepa e denuncia seu “egolatrismo”, ainda que concorde com ele na farsa da peça de teatro The Deputy, criada pela KGB para denegrir o Papa Pio XII. O Padre Gumpel tem mais de 100.000 páginas de arquivos sobre Pio XII e assegura que jamais agentes da KGB levaram para fora documentos (às centenas, segundo Ion Pacepa). Os três agentes que tentaram logo foram identificados e postos para fora rapidamente sem nada levar. Diz ele ainda: “temos que examinar cum grano salis versões de oficiais da inteligência que buscam se vangloriar”. Também chefe do Instituto Pontifício Oriental e do Colégio Pontifício Russo, o Padre Gumpel afirma que Ion Pacepa “é inconfiável”.


Catholic News Service em artigo de 2/8/2007 também desconfia das revelações de Ion Pacepa referentes  a retirada de documentos dos Arquivos do Vaticano, especialmente entre os anos de 60 e 62, como afirmou Ion Pacepa, já que os arquivos não estavam nos corredores famosos proibidos a muitos, mas na Biblioteca da Secretaria de Estado.


Do texto do link acima destaco e faço grifos das restrições que Ronald Rychlak fez acerca da plausibilidade de agentes soviéticos terem subtraído, copiado, ou retirado tais centenas de documentos:

… an adviser to the Vatican's delegation to the United Nations, is one of the few Americans given access to the Vatican's confidential six-volume report, the "Positio on Pius XII," completed in 2004. It includes sworn testimony from witnesses, historical documents, and a review of all literature, neutral and negative, pertaining to the Vatican's actions during World War II. Rychlak called Pacepa's article "shocking." He said nothing in the positio suggests individuals gained access to the archives as part of an organized plot. "The idea that the Soviets, or their satellites, were able to get three agents into the archives is a very serious breach of security," he said. Rychlak, the author of two books on Pope Pius and World War II, said he thinks Pacepa's account needs to be verified in the Soviet archives. "Pacepa's timing is questionable. Why hasn't this story been revealed until now? I hope the United States government will declassify any information it has on this important matter, to spare the time a Freedom of Information Act request takes," said Rychlak….”

Mas ocorre que Ronald Rychlak é co-autor desse último livro de Ion Pacepa! Mudou de idéia sobre Ion Pacepa? Algum dado novo surgiu para essas informações serem somente agora reveladas? De onde viriam? Quem é Ronald Rychlak? Uma conferida básica no Google nos informa que Ronald Rychlak é um agente da CIA, treinado pelo Mossad em Israel em contra-terrorismo, e participante da OSCE, aquela que entregou os EUA nas mãos dos soviéticos em Helsinque. Na vida pública é professor na Universidade do Mississipi, e promotor. Ele é católico, Cavaleiro de Columbus, portanto sob comando jesuíta, e Mágico. Para maiores detalhes sobre sua atuação nessa história aqui está um resumo biográfico:

Before becoming a professor at the University of Mississippi, Rychlak was an attorney with Jenner & Block in Chicago. He clerked for Judge Harry W. Wellford of the United States Sixth Circuit Court of Appeals. In 2003 Rychlak served as an academic fellow at the Foundation for the Defense of Democracies, and he studied counter-terrorism in a program in Israel. In 2004, the State Department sent him to Paris in order to address a meeting of the Organization for Security and Cooperation in Europe on the issue of free speech on the Internet. He is a signatory to the Nashville Declaration on the Church and the Holocaust and as such was honored by the U.S. Holocaust Museum in 2007. In 2008, the Roman Catholic Archdiocese of Zagreb presented him with a Blessed Cardinal Stepinac medal for his historical work.

Ele joga em vários times: Israel-Mossad-Holocausto, Vaticano e CIA.


Agora, embora o assunto Pio XII ainda esteja presente no livro em questão (não li o livro, mas li a resenha feita por James Woolsey, ex-diretor da CIA, participante dos Tratados Salt I e II, e dos Acordos de Helsinque), se sabe do enfoque principal: a tentativa de diminuir a presença do sionismo na America, criando ou re-esquentando a atuação para lá de sabida da União Soviética, através da KGB nos EUA, e ainda apontando os soviéticos como os criadores do ódio islâmico contra os EUA. O livro tem a característica de propaganda sionista por tentar apagar ou diminuir a influência do governo israelense nos EUA. Não vai conseguir. Ion Pacepa deveria mandar fechar a AIPAC, a Liga Anti-Difamação, uma vez chamada odiosa por Olavo de Carvalho (eu nunca soube de sua existência antes), o B’Nai B’Rith, a maçonaria sionista, e o enorme complexo editorial, acadêmico, cultural, militar, cinematográfico e midiático. Observem que são os mesmos mentores e fautores do bolchevismo no passado, em 1917, etc, etc, etc. Negar a influência do sionismo (eu não disse anti-semitismo como alguns idiotas mal informados rapidamente associam) e do interesse do governo sionista de Israel (não falo do seu povo digno e trabalhador que sofre nas mãos de terroristas islâmicos), é um absurdo literário, mas como spin funciona muito bem. E por que a propaganda sionista na questão do Vaticano?

A resposta talvez esteja no “ecumenismo” de João Paulo II e seus seguidores; nas relações econômicas vantajosas para ambos os lados, e ainda o mal conhecido Acordo de Oslo 1992-1995, celebrado pelo Cardeal Ratzinger e o governo israelense, onde o Vaticano assegura o seu direito sobre a Palestina, não judaica, não islâmica, mas cristã.


Essa idéia de aproximação entre o Vaticano e a NOM encontra forte subsídio e explica o porquê da súbita importância de Gary Krupp, judeu do Queens, o sétimo judeu na história a receber a honraria de pertencer à Ordem Eqüestre Pontifícia dos Cavaleiros Comandantes de São Gregório Magno. E o que ele fez aparentemente? Doou alguns milhões de dólares para obras da Igreja! Como vemos no link abaixo isso não ficou sem reparos e críticas, e até dos sionistas radicais do B’nai B’Rith que provavelmente sabem, e reagem à pretensão do Vaticano a Jerusalém. Também setores da Igreja Católica reagiram contra essa honraria. Honraria é aquilo que se compra. Honra é outra coisa. Gary Krupp é o fundador da Pave the Way Foundation, como o nome diz uma ratline disfarçada que trabalha junto ao Vaticano. Ela foi fundada em 2002 com a ajuda de João Paulo II. Essa organização protege e esconde Ion Pacepa daqueles que querem matá-lo, assim pensa ele. A identidade americana do general da Securitate é mantida em segredo, segredo confiado a poucos, em geral, CIA, Mossad, e a Pave the Way Foundation. Ion Pacepa é também figurinha carimbada em sites sionistas como o WND de Joseph Farrah, Glenn Beck, Limbaugh e outros que tais. 



Mas houve quem gostasse muito do livro de Ion Pacepa e Ronald Rychlak. Vejam a alegria sionista dessa organização que saúda a grande conciliação:




Para quem não sabe a Brandeis Center, organização milionária judaica americana, patrocina causas comunistas e humanistas, disfarce perfeito para agendas gays, abortistas, enfim, novomundistas.

Também Chris Proudlove no artigo USSR Agents' Forgeries Sparked Israel Hatred do site sionista-cristão (!) saúda o grande trabalho de conciliação entre o Vaticano e Israel feito pela dupla de agentes duplos (ou triplos). Vejam:



E o grande assunto então foi revelado pelo livro. Vejam as manchetes garrafais do Daily Mirror, jornal sionista inglês:

EXCLUSIVE: New book reveals how KGB operation seeded Muslim countries with anti-American, anti-Jewish propaganda during the 1970s, laying the groundwork for Islamist terrorism against U.S. and Israel By DAVID MARTOSKO



Logo abaixo o jornal aponta outro tema candente: Os Protocolos dos Sábios do Sion. E é claro, eles são uma fraude contra os sionistas, plantada nos jornais e publicações islâmicas pelo soviético Yuri Andropov para semear o ódio islâmico e assim provocar atos terroristas contra Israel e os EUA.
Vejam a tentativa subreptícia de deslocar o foco e a autoria dos atentados de 11 de setembro, algo que mais da metade dos americanos ouvidos em pesquisas não acreditam. Eles acreditam em inside job (servicinho interno).

Está no livro: “Por volta de 1972 (de acordo com o livro), a máquina de desinformação de Andropov trabalhava 24 horas por dia para persuadir o mundo islâmico que Israel e os EUA pretendiam transformar o  resto do mundo em um enorme feudo sionista.” Eis o grande segredo agora revelado!

Está no Daily Mirror que no livro consta que Andropov chocantemente comissionou a primeira tradução para o árabe dos famigerados Protocolos. E o jornal sionista inglês se apressa em confirmar pela e-nésima vez : “os Protocolos são uma propaganda russa forjada pelos czaristas para incriminar os judeus, que eles planejavam tomar a Europa, e que eram ajudados pelos EUA”.

Os Protocolos, afirma Pacepa, “tornaram-se a base da filosofia anti-semítica de Hitler”, e que a KGB “disseminou milhares de cópias nos paíse islâmicos durante os anos 70”.

Se é coisa que deixa um sionista louco é falar em Protocolos dos Sábios do Sion. Aqui o endereço é certo! É claro e sabido sobejamente da propaganda soviética contra Israel e os EUA nos anos da era Kennedy e Krushvev. Agora requentar a história velha dos Protocolos interessa a quem? Aos sionistas, obviamente. Mas assim desse jeito alguém ainda acaba acreditando na “fraude”.

Ion Pacepa saiu da Romênia, mas não da inteligência, e muito enos da desinformatzya. Sem ele não saberíamos muito da atuação da KGB no Ocidente, a mão da KGB no Conselho Mundial de Igrejas e etc.. Mas daí acreditar prima facie que a KGB diretamente criou a Teologia da Libertação é demais. Aqui ficou claro que há algo por trás deste livro e que eu pretendi explicar acima.

E os jesuítas? Não tiveram nada a ver com a Teologia da Libertação? Krushev era teólogo? É claro que houve a ligação dele com Nikita Ronkalli, servo comunista que virará santo no ano que vem. Como já me manifestei, o livro de Roberto de Mattei, Concílio Vaticano II, História Nunca Escrita descreve a aproximação promíscua e irresponsável do Cardeal de Veneza, maçônico em Paris onde foi Núncio Apostólico, e em Istambul, de Sergei Krushvev, genro de Nikita Krushev, cuja esposa foi recebida por ele, já papa João XXIII, no Palácio Apostólico antes do nefasto Pacto de Metz. Mas daí afirmar que a Teologia da Libertação, e até o termo, foi invenção russa, é demais. Como foi demais para o jesuíta Padre Peter Gumpel.

Isso continua sendo desinformatzsya. E como tal deve ser tratada cum grano salis. Assim como entendidos vaticanistas olhavam com suspeitas o ratliner Gary Krupp, um outsiderda história e da vida religiosa que muito provavelmente foi manipulado por gente muito esperta, também Ion Pacepa deve ser olhado com suspeita, em particular com suas ligações “inteligentes” sionistas. Um espião com três patrões, entretanto, não deixa de ser emocionante. A CIA, a propósito, é uma organização respeitável, e não um bando de babacas enganados pelos soviéticos do passado e do presente. Um dos mitos que cerca essa organização, e que eu acreditei por muito tempo, é que ela foi criada apenas em 1947. Ora, isso é subestimar a inteligência (no duplo sentido, pun intended) da CIA! A CIA é continuação do Instituto Tavistock e do RIIA inglês. De quem voc/~es acham que os russos tiraram know how? A infiltração soviética nos EUA e na própria CIA a partir dos anos 70 só a torna mais temível. Com os acordos e tratados celebrados entre as duas superpotências a diferença de métodos e propósitos diminuiu muito. O que as distinguia era a melhor tecnologia americana que ainda assim não equilibrava o número avassalador de agentes da KGB no mundo ocidental. Mas daí inferir que a CIA é uma organização menor é falso. No máximo pode-se dizer que ela foi aparelhada. Mas se assim o foi, também foi aparelhada pelo serviço secreto do Vaticano – leia-se, jesuítas – (e antes dos russos), e pelo Mossad. Não deixa de ser respeitável.

Vou ler o livro assim que ele chegar. E recomendo-o. Mas tenha um saleiro à mão.