terça-feira, 15 de novembro de 2011

OS CICLOS DA MORTE





O Primeiro Ciclo: As Vacinas e a Degradação do Sistema Imunológico por Metais Tóxicos




 

O primeiro ano de vida do ser humano moderno se tornou incrivelmente perigoso. Longe da proteção do ventre materno, onde havia paz e segurança, mesmo diante da fome, e de outras doenças, os bebês da Nova Era lutam para sobreviver às toxinas metálicas incluídas nas vacinas. O mercúrio (timerosal) é inoculado criminosamente nas vacinas que as mulheres grávidas são instadas, induzidas, e constrangidas a fazer por pseudo-autoridades médicas, quase 100% comprometidas com a indústria farmacêutica e por profissionais desavisados e indiferentes. O perigo é grande e mortal para o feto.

Ao nascer, no seu primeiro dia, os bebês são envenenados com a vacina “contra” a hepatite B, doença que só acomete adultos de vida sexual promíscua ou viciados em drogas injetáveis. Não há a menor possibilidade que uma criança, muito menos recém nascidos, venha a adquirir tal doença. Afinal, durante a gestação materna é feita de rotina sorologia anti-hepatite B (HbsAg3). Se ainda os recém nascidos de mães portadoras deste vírus fossem os vacinados, ainda se entenderia. Mas não é este o caso – mães não reagentes para este vírus têm seus filhos vacinados inexoravelmente. E isto é só o começo do calvário venenoso. Nos Estados Unidos, até os dois anos de vida uma criança recebe 22 vacinas, e este número tende a aumentar.

Além do mercúrio (o timerosal), ainda há o alumínio, muito mais tóxico. Está provado que o vírus do sarampo inoculado em um inocente a partir dos nove meses fica presente por anos no seu intestino onde provocará posteriormente doenças gravíssimas. O autismo está fortemente ligado à vacinação MMR (sarampo, rubéola e caxumba), a qual contém alumínio que é 100 vezes mais tóxico do que o mercúrio. Citei apenas dois exemplos desse crime continuado contra a humanidade. Fecha-se o primeiro ciclo da morte.



O Segundo Ciclo: os açúcares artificiais, o aspartame e o glutamato.







O açúcar ficou caro no mundo moderno. É mais barato, e rende muitíssimo mais para a industria, usar a frutose de alto teor extraída do milho, cujas partes melhores e mais nobres, como vitaminas e minerais essenciais à saúde à a vida humana, são desprezadas em troca do amido, fonte da lucrativa frutose. O consumo diário desse adoçante criminoso que contém ppb de mercúrio muito além do permitido, e adoça vinte vezes mais do que o açúcar comum, leva o pâncreas a esgotar a sua insulina, deixando o indivíduo diabético ainda na juventude. O fígado logo pifará. A degeneração vascular que se seguirá levará ao dano do aparelho circulatório: infarto e derrame.

Esse diabete que se forma arrastará seu dono ao risco vascular e seus órgãos, o coração e o cérebro, culminando no infarto e no derrame, não raramente antes dos trinta anos, e com muita intensidade, em uma escala muito maior do que a representada pelo colesterol e os triglicerídios. O mito do colesterol, pacientemente construído e preservado, agora está com os dias contados, embora a esmagadora maioria dos médicos ainda acredite neste mito. Pior ainda, os pacientes acreditam nele. Anos e anos de propaganda midiática fez as pessoas exigirem que seus médicos lhes peçam exames de colesterol e suas frações e triglicerídios. Afinal, lhes deram direitos de exigir tais exames, e os médicos, no mais das vezes, educados nas faculdades da indústria farmacêutica, têm o maior prazer em concordar com seu desejo/direito. Não sabem todos que estão sendo enganados, pacientes e médicos. A doença cardio-vascular começa pelo uso continuado de anos de ingredientes venenosos à saúde. O aspartame, que adoça vintes vezes mais do que o açúcar comum, é um neurotóxico, uma excitotoxina cerebral, capaz de levar a dano irreversível os neurônios de crianças previamente intoxicadas com mercúrio, alumínio, formaldeido, etc. Desconhecem os médicos e a população inteira que o aspartame se decompõe quimicamente em 10% de metanol. Este álcool é extremamente venenoso. Com pequenas doses de cachaça feita com este álcool, o mesmo combustível usado nos carros de corrida, o indivíduo poderá ficar cego. Com doses maiores a morte é certa. Mas não pára por aí: o metanol se transforma em formaldeído, um produto sabidamente cancerígeno, usado para conservar cadáveres. A indústria de alimentos e bebidas sabe disso. No entanto, continuam com licença para matar e envenenar. O órgão americano que controla os remédios e as vacinas assassinas é o mesmo que controla as comidas e as bebidas. Pois este órgão, o FDA, serve para agradar a indústria acobertando o crime monstruoso.

Contem as crianças-zumbis que não se alfabetizam, que têm convulsões, déficits de atenção, autismo, e comportamento quase marginal, e vocês terão a colheita desse ciclo de morte e doenças. Seis mil ítens desses venenos industriais estão nas prateleiras dos supermercados, nos bares e restaurantes no mundo todo. Não é de admirar que haja tantas crianças e adultos jovens com estes distúrbios. Mas a indústria desse ciclo tem tratamento para ele: mais drogas que agem sobre cérebros já danificados desde o nascimento.




 
O glutamato, um acentuador de sabor, capaz de dar gosto de churrasco a uma batatinha frita, é outro tóxico que tem a permissão da FDA e da OMS, ou de qualquer autoridade de qualquer país, para ser vendido sem nenhuma restrição ou advertência. A população mundial não sabe que está sendo exposta a doenças graves e mortais advindas do açúcar da frutose de milho, do aspartame, e do glutamato de sódio. Quem avisa, como eu, ainda é chamado de conspiracionista ou charlatão.


            O Terceiro Ciclo: O Câncer e sua Indústria da Morte






A população mundial já percebeu que o câncer aumentou muito nos últimos anos. Entretanto, a mentira médica acadêmica nega, dizendo que aumentaram os meios de diagnóstico. Porém, esquece ela de dizer que entre tais meios estão o Rx, a tomografia computadorizada, a mamografia, a cintilografia, todos eles indutores de câncer dependendo da dose de radiação administrada. Ainda omitem o fato arrasador que a radioterapia, ou a quimoterapia, especialmente se juntas, matam mais do que o próprio câncer.



Aqui é necessário uma observação crucial: o próprio conceito de câncer. A população mundial ainda trabalha com o conceito de câncer que aprendeu das escolas de medicina. Segundo o conhecimento geral e consolidado, a “ciência” e a indústria do câncer trabalham com o conceito de tumor, isto é, uma massa que contêm mais ou menos células malignas, para a qual o único tratamento é fazer desaparecer ou diminuir o tamanho do tumor. Ora, o câncer não é o tumor. Este é a sua expressão final, visível, palpável, para a qual uma droga venenosa para o corpo todo é administrada com o intuito de terminá-lo. Nada mais equivocado ou criminoso. A leucemia não é tumor mas é câncer. O câncer é uma doença de vida inteira, sem cura, para qual devemos lutar o tempo todo, mas com medidas não suicidas para o indivíduo. Daí nasceram as estatísticas manipuladas da sobrevivência ao câncer; melhor seria dizer, sobrevivência à quimioterapia ou à radioterapia.

Entre os verdadeiros cientistas é um consenso que o câncer não pode ser curado por meios estranhos à experiência biológica da espécie. A radiação, por exemplo, não pertence à experiência biológica humana. Esperar que alguém se cure, ou pelo menos sobreviva depois da exposição maciça a alguma radiação ionizante, ou na presença permanente de um radionuclídeo introduzido em meio a um tumor (braquiterapia), é uma fantasia perversa. Por que se faz isso, então? Siga o dinheiro e você achará a resposta. Procure pelos lucros do Big Pharma e da indústria nuclear e você achará a resposta. Quanto custa um laudo, ou um parecer de algum PhD alinhado à indústria da morte?


O câncer como doença de vida inteira é provocado pela perda do equilíbrio imunológico produzido por tóxicos mortais encontrados e nas vacinas, nos remédios ruins, embora populares, nas comidas e nas bebidas venenosas, e nos poluentes do ambiente. Mas a indústria do câncer, dos remédios, e dos alimentos, prefere disfarçar inventando falsos problemas, como o aquecimento global, por exemplo. Mesmo que esta mentira já tenha sido revelada, outras manobras diversionistas estão em curso. Nenhuma delas, no entanto, toca no essencial, qual seja, o envenenamento proposital da humanidade com o aval da “ciência”, da “medicina”, das instituições de “saúde”, verdadeiros agentes do câncer. Aí já estamos diante de um caso de polícia.


Mas que não se pense que tudo está perdido. O verdadeiro médico e o verdadeiro cientista sabem quais medidas são salvadoras. Mas, massacrados por uma mídia cúmplice do Big Pharma, da Indústria do Câncer, e da Indústria dos Alimentos, eles mal conseguem sobreviver. Vivem fugindo de processos judiciais, de ameaças, interdições e perseguições, e de todo o tipo de ridicularia que partem dos seus próprios pares. O que move o verdadeiro médico e cientista é o amor pela humanidade. Eles não esperam e não contam com a diminuição da população do planeta; não pretendem o extermínio em massa de 6.500.000.000 de homens, mulheres e crianças. A natureza é seu maior aliado. Quão distantes dela estão os que enriquecem nas indústrias da morte.





























sábado, 5 de novembro de 2011

REMÉDICOS E DESALIMENTOS


Estranharam os neologismos? Certamente. Mas eles fazem sentido cada vez mais, porque cada vez mais os médicos se afastam do princípio hipocrático do primum non nocere (primeiro não produzir dano), por arriscar a vida e a saúde dos seus pacientes com remédios dos quais sabem muito pouco, e por não reconhecer os alimentos danosos à saúde. Por isso chamo de remédicos aos receitadores frenéticos, abusados e inconseqüentes que ignoram ou fecham os olhos aos perigos provenientes do Big Pharma, o grande negócio da indústria farmacêutica. À grande indústria alimentar, pelo uso de químicos nocivos à saúde, eu chamo desalimentar.



No consultório do Dr. Remedicus



– A Paciente: Dr., fui recomendada por uma amiga a vir aqui.

– Dr. Remedicus: Muito obrigado pela preferência. Tenho uma novidade

para a Sra.

- A Paciente: Qual, Dr.?

- Dr. Remedicus: Um remédio novo, recém chegado dos Estados Unidos. É para a sua depressão.

- A Paciente: Mas eu não tenho depressão, Dr.

- Dr. Remedicus: Isso não tem importância, o novo remédio serve para qualquer desconforto mental. É um remédio caro. Tem muita gente tomando.

- A Paciente: Então o Sr. me receite. Vou contar para as minhas amigas. Elas vão morrer de inveja.


Este diálogo é muito mais freqüente do que se imagina. Afinal, o Dr. Remedicus acaba de voltar dos EUA com todas as despesas pagas pela indústria farmacêutica, onde ficou sabendo da última novidade. É lógico que ele quer saber como o remédio funciona, se é que funciona, para vender o máximo possível. Da próxima vez o congresso é no México, e o Dr. Remedicus nunca foi à terra dos astecas. Nada mais natural então do que receitá-lo para quem espera justamente por isso. A fome se junta à vontade de comer.

Depois, com uma “pequena” ajuda da mídia, o novo e caro remédio logo se populariza e até se generaliza, ficando mais barato. Mas, sem nenhum stress e sem perda de tempo o Big Pharma encontra nova droga cara e começa tudo de novo. Pelo mesmo mecanismo são criadas doenças novas a cada década, ou melhor dizendo, doenças velhas que são reinventadas ou renominalizadas. Este termo também é moderno. A roda, inventada de novo, a desroda, dá lucros fantásticos e garantidos E temos câncer, diabete, depressão, "síndrome do pânico”, reumatismo, pressão alta, etc, cada vez mais.

Se anos depois o remédio em questão for retirado do mercado por apresentar perigos grandes ou mortes (algo que até a FDA não recomenda mais, mas que um dia poderá voltar a ser liberado por ela própria), isso não tem a menor importância para o fabricante, nem para o médico que o receitou, porque os temores de ambos (que nem eram tão grandes assim) desapareceram, e agora já miram outras fontes de lucro e outros fantasmas inexistentes que, de tempos em tempos, assombram pacientes ansiosos e receptivos por sustos novos, por um novo remédio, uma outra nova panacéia do nosso tempo.


Esse ciclo é realimentado constantemente pela indução ao consumo de remédios, vistos como a única arma contra as doenças, e pela prática das Faculdades de Remedicina em todo o mundo. Estas são muitas, e tanto mais famosas quanto mais modernas. São “achadoras” de novas teses ou novas teorias remédicas e pseudocientíficas que redundam sempre em mais e mais remédios. Medicina, nesta ótica, ou Remedicina, como a chamo, teve este paradigma estabelecido no início do século XX por intenção dos Rockefeller, patronos e mantenedores da cultura médica e da indústria de remédios e vacinas nos Estados Unidos. Ninguém pode escapar de um ciclo tão perfeito, tão poderoso, tão “obrigatório”. Todo laboratório tem a seu serviço remédicos PhD sempre prontos a vender suas teses de apoio ao Big Pharma. O campo mais fértil dessa safadeza é o das vacinas. Quanto vale um laudo, ou um parecer favorável ao Big Pharma diante de um tribunal? Cinqüenta mil dólares, uma indicação para o board da Faculdade Remédica de Harvard ou Stanford? Depende da indústria. Tem sido assim há décadas. Haja tanto Prêmio Nobel de Remedicina. O inventor do HIV vira descobridor da AIDS e leva o caneco máximo.


Outro ciclo venenoso é a indústria dos desalimentos que representa a ciência antinatural e anti-humana, que ajuda a indústria ávida por lucros bilionários, a qual desalimenta a população mundial com verdadeiras drogas (na acepção negativa comum da palavra). O conjunto da remedicina e dos desalimentos forma ou formata as sociedades no sentido da doença e da morte. Por exemplo, que segurança poderíamos ter de um remédio doce, feito à base de alta frutose ou xarope de milho, se o remédio por si só é uma potencialidade perigosíssima para outras doenças muito piores do que a doença original? Quem desconfiaria de um remedinho doce? Neste exemplo, a comidinha doce aparece em 70% de todos os desalimentos

Somos envenenados diariamente pela indústria desalimentar. Comida lixo – junk food – não existe apenas nos restaurantes de fast food. Toda a indústria alimentar é desalimentar no sentindo em que estou empregando este neologismo. O MacDonald é toda a indústria alimentar. De fato, com os alimentos ruins ocorre a mesma coisa: produtos de uma indústria desenfreada e cega na sua ânsia de faturar com aquilo que é essencial à sobrevivência humana. Alimentos e ingredientes tóxicos, venenosos, e extremamente prejudiciais à vida humana e animal são ignorados pela classe médica na sua maioria e, por conseqüência, por toda a sociedade. Devido ao puro desconhecimento deixa-se de advertir os pacientes dos perigos do envenenamento alimentar. E isso é particularmente perigoso com as crianças. A medicina, a enfermagem, a biologia, a ecologia e a bioquímica que nos ensinam nas universidades omitem informações e abafam conseqüências há décadas; hoje já estão tão reféns de interesses econômicos e políticos quase insuperáveis, que não fazem nada para mudar de curso. Assim, milhões de estudantes em boa fé trabalham para a vitória da degradação ambiental e pela degeneração da espécie humana.

Mas o problema não se circunscreve apenas à indústria alimentar ou farmacêutica, porque há instituições governamentais nacionais e internacionais que sancionam esse crime, mesmo sabendo o que estão liberando, recomendando, e até obrigando à sociedade. Digo mais: essas instituições foram criadas exatamente para esse propósito. Refiro-me ao CDC de Atlanta (Center of Diseases Control and Prevention), a FDA (Food and Drug Administration), a ONU, a OMS, e outras agências com fins lucrativos e ideológicos que chantagiam políticos em todo o mundo para aprovar seus venenos e seus perigosos truques químicos usados nos alimentos e bebidas. Quase como regra os diretores dessas agências trocam de funções: saem da FDA, órgão regulador, e vão para a indústria farmacêutica, o fabricante do que deveria ser fiscalizado, e vice-versa; migram do CDC para a FDA, e assim por diante. O conflito de interesses é nítido, mais do que isso: escandaloso.

Sob este prisma negativo não temos salvação. A nossa luta é nossa mesmo, e ela só sairá vitoriosa pelo conhecimento que pudermos ter em nos protegermos e aos nossos entes queridos. A mídia, parte dessa história infeliz, as autoridades públicas e as instituições ad hoc não farão nada. Salvem-se quem puder e quem souber.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

O CÂNCER NO PETISTA



Mais uma vez nos defrontamos com um câncer petista. Êpa, câncer em um petista, e não o câncer petista. O câncer petista é matéria velha. Bom, vocês sabem do que estou falando.

Mal recebemos a notícia e Lula já está melhorando, e já sabemos que seu câncer tem agressividade média. Os outros morrem por querem.Vá você ter um câncer igualzinho a esse e você verá o que é bom para a tosse e a rouquidão! Um câncer em petista costuma ser curável; a quimioterapia é um desconforto passageiro, “como um resfriado forte”, e não um veneno mortal; a radioterapia, igualzinha a que o povo japonês está fazendo sem saber, não é tão ruinzinha assim, etc. O câncer em um petista de alto escalão como nunca se viu neste país tem bom prognóstico. Don’t worry! Já há um movimento para reformar o CID-10, a Classificação Internacional das Doenças. Os petistas inventaram e querem incluir o câncer benigno, N13.13. Nas partes em que consta a palavra dor, que ela seja substituída por desconforto, uma palavra mais politicamente correta como nunca houve neste país.

O câncer de petista tem bom prognóstico, e ele é diretamente proporcional ao escalão a que pertence seu dono: quanto mais alto na hierarquia, tanto mais bonzinho é o câncer – no limite, uma doençazinha como outra qualquer. Com o câncer da Dilma foi assim: a mídia petista e outras que se esforçam em sê-lo, já curaram o Dilmão em duas ou três sessões de jornalismo engajado ou no Jornal Nacional, via ocular. Mas não se enganem os pobres coitados que venham a ter um linfoma não-Hodgkin como o dela: penarão no inferno quimio e radioterápico como qualquer mortal enganado. Dá até para dizer: se você pegar um câncer, filie-se rápido ao Partido e você será um homem ou mulher cancer-free. Uma filiação precoce é altamente recomendável. Mas isso não vale para a Marta Suplicy e o Mercadante. Se um dia eles tiverem o mesmo desconforto passageiro do presidente Lula, que examinem bem a quimioterapia que estão lhe administrando, que se certifiquem se ela já foi usada antes em seres humanos.

Voltando ao câncer revolucionário, outra característica marcante é que ele é melhor tratado no Hospital Sírio-Libanês do que no Albert Einstein. Há aqui um claro preconceito ideológico ou uma afinidade ideológica insuspeita ainda à espera de uma melhor investigação. Chamem a divisão quimioterápica do Mossad, que sabe tudo de veneno.

Outra caracterização do câncer petista, e estendendo mais um pouco o espectro, um câncer latino-americano revolucionário e suprapartidário, é por excelência uma maravilhosa oportunidade para amolecermos nossos duros corações. O continente inteiro, e não somente Minas Gerais, fica solidário. Há exemplos fora do Brasil como o câncer do Fernando Lugo e o do Hugo Chàvez que emocionaram multidões, aumentando os votos do Partidão. A solidariedade comunista é sempre assim, mas o que espanta é a espontaneidade das manifestações – mesmo com as linhas telefônicas cortadas, ou a rede da internet caída, de repente, pipocam manifestações de FORÇA LULA, LULA É UM GUERREIRO, VAI VENCER MAIS ESTA, e assim por diante. Como é que eles se comunicam tão rápido?

Dos que são contrários ao Lula partem já na internet piadinhas infames sobre as seqüelas possíveis de uma cirurgia radical que deixaria o presidente mudo. Como ele se comunicaria sem a voz, sem saber escrever, e com um dedo a menos para a linguagem dos sinais? Eu não subscrevo isso, mas reclamo muito da publicidade enganosa da quimioterapia e da radioterapia. É o efeito colateral Lula mais danoso à saúde pública.


Por outro lado, ninguém se preocupa em saber quem está pagando os engomados de branco, os homens do resfriado quimioterápico do Sírio-Libanês. Também ninguém ainda perguntou quem são os advogados do Orlando Silva, acometido de outro câncer, muito freqüente em socialistas adeptos da foice e do martelo, o câncer da roubalheira.

E o SUS do povão para o presidente? Nem pensar para o câncer de algum companheiro. Não recomendamos o SUS, pois se trata de um caso especial, de um câncer especial, de alguém muito especial. Defender o Grande Timoneiro petista não é a mesma coisa do que defender um eleitor qualquer. Qualquer vítima brasileira de câncer sabe disso.

Mas, não devemos nos afastar do câncer principal lulista. O câncer da laringe, como todo mundo mais ou menos informado sabe, é causado pela combinação de álcool e fumo. A mídia, no primeiro dia, antes de ter curado o ex-presidente no Fantástico, chegou a falar no álcool como uma das causas. Mas já parou de falar. Fala em cigarros, charutos (cohibas cubanos), cigarrilhas e assemelhados, e silencia sobre o whiskey dele de cada dia; que o homem derrubava um Johnny Walker, ou um Passaport, ou um Black&White em cada viagem de avião e no solo. Se contarmos só as viagens, ou os dias viajando, dá mais de 400 garrafas em dois mandatos, sem falar nos vinhos “baratos” de procedência duvidosa, e nas canhas do tempo de pobre. Estavam todos encantados com aquela voz rouquenha – puro charme eleitoral, motivo de piadas e imitações – quem se preocuparia com esse esporte de levantamento de copos onde Lula foi medalhista de ouro? O Brizolla não quis esperar para ver a mídia envergonhada confirmar, pelo menos no primeiro dia, que seu patrão era um bebum.

Mas não pensem que eu estou secando o presidente. Os que me conhecem me perguntam loucos de curiosidade se eu estou satisfeito com a doença ou o incômodo (desculpem) do presidente. Logo respondo: não desejaria esse “incômodo” nem para o Lula. O que eu queria mesmo é que ele fosse a julgamento no Supreminho –: processado por corrupção, por lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, remessa de dólares para o exterior, por ter destruído a Educação, a Segurança, a Saúde, etc, e muitos outros etc.

Te cura Lula, fica forte para o Tribunal dos homens, Lula!