sábado, 25 de junho de 2011

Aumento da mortalidade infantil está ligado a vacinas!



  
Confirma-se o que há muito se suspeitava: vacinas em inocentes com até um ano provocam doenças, e em alguns deles produzem mortes . Os números não mentem. O texto original de autoria de Neil Z. Miller e  Gary S. Goldman está no link abaixo. A tabela apresentada nesta página ajuda a compreender o fenômeno de forma bem clara.


Um estudo novo e chocante, publicado em uma prestigiosa revista médica, encontrou uma ligação direta estatística entre doses de vacina e uma maior taxa de mortalidade infantil nos países desenvolvidos, sugerindo que o aumento do número de inoculações forçadas sobre as crianças pelas autoridades médicas, particularmente nos Estados Unidos (país que  administra o maior número de vacinas), tem relação direta com um maior número de óbitos infantis.


O texto completo do estudo americano está no link abaixo.

Infant-Mortality-Rates-Regress-w-Higher-No-of-Vaccine-Doses.htm


O estudo, intitulado taxas de mortalidade infantil aumentadas e o número de doses de vacinas administradas: Há uma toxicidade sinérgica ou bioquímica?, foi conduzido por Neil Z. Miller e S. Gary Goldman. Ele foi publicado no Human and Experimental Toxicology Journal, que está indexado à Biblioteca Nacional de Medicina.

"A análise de regressão linear de média não ponderada,CMI,  apresentou uma alta correlação estatisticamente significativa entre o número crescente de doses de vacinas e o aumento das taxas de mortalidade infantil", segundo o estudo, acrescentando que os resultados demandam  um inquérito "essencial" para mostrar a correlação entre doses de vacina,  toxicidade bioquímica ou sinérgica, e as taxas de mortalidade infantil.

Apesar do fato de que os Estados Unidos serem o país que mais administra vacinas em crianças com um ano ou menos (26), a sua taxa de mortalidade infantil é superior a de 33 outras nações que administram menos  vacinas. O estudo ilustra claramente o fato de que os países desenvolvidos que administram as vacinas têm menores taxas de mortalidade infantil, sugerindo uma ligação direta estatística  entre a vacinação e os efeitos colaterais e óbitos infantis.

Por exemplo, os dois países desenvolvidos que requerem que as crianças sejam vacinadas com um menor número de vacinas, Japão e Suécia, também estão no topo da tabela com as menores taxas de mortalidade infantil.

Dos dez principais países desenvolvidos com as menores taxas de mortalidade infantil, sete deles também aparecem  na tabela dos que administram menos vacinas.

Quando olhada em comparação, a tabela dos países que mais vacinam com aqueles que menos vacinam, fica clara a correlação entre mortalidade infantil e número de doses.






A despeito do fato de que os Estados Unidos é o que mais vacina, ele tem a maior taxa de mortalidade infantil entre os países mais desenvolvidos, com uma taxa de 6,22 por 1000 nascidos vivos. O Estados Unidos têm uma taxa quase igual a de Cuba e a Eslovênia, mesmo gastando muito mais em Saúde.


A correlação entre números mais altos de vacinas e mortalidade infantil tomados em conjunto, tornam o contexto ainda mais sinistro quando consideramos o fato que durante a Conferência TED, Bill Gates, um entusiástico proponente de programas de vacinação, abertamente afirmou que as vacinas deviam ser usadas para diminuir a população do mundo (!).

Gates é um declarado eugenista comprometido com a idéia de diminuir drasticamente a população do planeta. Isso é alarmante, porque  Fundação Bill Gates e Melinda financia a produção e a distribuição de vacinas no Terceiro Mundo. A sua meta é diminuir de 10 a 15% a população através de vacinas e serviços de “Saúde” Reprodutiva – leia-se esterilização, abortos, e promoção do homossexualismo.

Outra ação sua está no vídeo abaixo, onde ele prega o desvio de verbas que assistem idosos para crianças - os idosos devem ser deixados para morrer.

A sua idéia “pediátrica” e "humanista", em conjunto com outros eugenistas, pode ser vista nos links abaixo


Tradução: Charles London



terça-feira, 21 de junho de 2011

Fukushima, a maior extinção global desde o Dilúvio








O texto a seguir é uma adaptação do texto de Steven Jones*, cujo original em inglês pode ser visto aqui:






Chernobyl, 1986


O desastre radioativo dos reatores de Fukushima é muitas vezes maior do que o meltdown (fusão do núcleo do reator) de Chernobyl que matou até 2008 quase 1 milhão de pessoas no mundo. O reator russo queimou por 9 dias, enquanto em Fukushima são 5 reatores queimando, dos quais 2 em meltdown parcial, e 3 em meltdown completo, ininterruptamente desde 11/03/2011. A mais otimista perspectiva estima que os meltdowns serão extintos de 1 a 3 anos.


Fukushima-Daiichi, 2011







A quantidade e a intensidade da chuva radioativa desse desastre japonês seguramente matará centenas de milhões de pessoas ao longo do tempo. O Japão, por certo é o epicentro desse desastre, entretanto, a península coreana, a China, e as demais nações próximas sofrerão o impacto da chuva radioativa. Em menor grau a liberação radioativa se espalhará por todos os Estados Unidos e o inteiro hemisfério Norte, compreendendo a maioria das nações industrializadas da Terra. Significativas quantidades de plutônio, estrôncio 90, césio 137, e urânio já alcançaram a massa continental dos Estados Unidos e entraram nas cadeias alimentares e lâminas d’água da nação.


Para dar um exemplo de como a radiação letal é, uma libra (0,45 kg) de plutônio se fosse distribuída eqüitativamente em todos os pulmões humanos mataria cada homem, mulher ou criança do planeta. Há literalmente toneladas de plutônio radioativo (entre outros elementos radioativos) liberados no ar e no oceano desde 11 de março. Outro fator crítico a considerar é que o plutônio, por exemplo, permanece letal por milhares de anos porque sua meia-vida é de 24.000 anos. Alguns outros elementos radioativos, como o urânio, tem uma meia-vida de 4,7 bilhões de anos.


Mar Tenebroso



Fukushima representa uma catástrofe para a espécie humana, dito da maneira mais simples. Mais do que isso, as espécies vivas sofrerão também. Os oceanos conduzirão a radição lenta, mas inexoravelmente a todo planeta. A radiação mata, e graças a esse recente desastre, a história REAL é que um verdadeiro holocausto nuclear está se desenrolando bem diante dos nossos olhos na América e no mundo. A EPA (Environmental Protection Agency – Agência de Proteção Ambiental), o braço federal da segurança ambiental do governo americano, encerrou o monitoramento da radiação sobre os Estados Unidos por medo que o povo viesse a saber da VERDADE, que doses letais de radiação já desceram sobre a nação.




Não há maneira de você proteger sua família dessa ameaça, embora algumas precauções possam ser tomadas, como tomar o miso, a sopa japonesa que parece ter salvo a vida dos sobreviventes de Hiroxima e Nagasaki. Segundo, a radioatividade costuma bioacumular sua toxicidade verticalmente na cadeia alimentar. Assim é prudente evitar o leite, seus derivados, e a carne. Em terceiro lugar, esforços devem ser feitos para se preservar nosso sistema imunológico com vitaminas, água purificada e muito exercício. Deve-se também rezar para que você não contraia algum tipo de câncer – uma em duas pessoas o contrairão.



* O autor foi no passado um ativista antinuclear apesar de ter trabalhado em projetos atômicos como o antigo míssil Trident. Steven Jones trabalhou em instalações nucleares, foi amigo do filho de Robert Oppenheimer, e conheceu de perto Edward Teller, o pai da bomba da hidrogênio.



-------------------------------------------------------------------------------------------



Notícias recentes (primeira semana de junho) dão conta que a mortalidade infantil (mortos com menos de 1 ano de idade) de 7 cidades americanas (Boise, Idaho; Portland, Oregon; Seattle, Washington; San Francisco, Sacramento, Santa Cruz, San Jose e Berkeley, na Califórnia, aumentou 35%. O número de nascidos com malformações não foi informado. Sabe-se que a radiação atinge mais as crianças, e mais ainda nenês de 1 ano, devido ao rápido crescimento e divisão de suas células. Baixo peso de recém nascidos também concorre para o aumento de doenças incapacitantes produzidas pela radiação, principalmente em nascidos com menos de 750 gramas.









Medições recentes nas cidades americanas citadas verificaram estatisticamente que cada pessoa absorveu ou inalou (o que é pior) 5 partículas radioativas (ou nuclídeos) por dia. Como se sabe, respiramos em média 10 metros cúbicos de ar por dia. No Japão, mais exatamente na área de Fukushima, as pessoas absorveram ou inalaram no mês de abril mais de 40 partículas quentes por dia. E em Tóquio 10 hot particles por dia! A foto abaixo é uma microfotografia do tecido pulmonar de um macaco no qual foi injetada uma partícula de plutônio. O aspecto radial mostrado na foto revela a irradiação continuada, sempre no mesmo lugar, da partícula que fatalmente desencadeará um câncer pulmonar. Não há como detectar partículas inaladas ou absorvidas por serem muito pequenas, e muito menos extraí-las do tecido atingido. As células próximas à partícula terão seu DNA lesado levando a mutações ao longo do tempo. Cada um de nós travará uma luta de vida ou morte contra o câncer. Dependemos de um sistema imunológico íntegro e competente, o que é difícil depois de tanta destruição  pelos tóxicos contidos nas vacinas, por exemplo.



Nuclídeo (partículas quentes)
em pulmão de macaco



Apesar de negado pela imprensa (mentirosa obediente, e cúmplice do descaso criminoso com que trata o assunto) que o coelho nascido sem orelhas na região de Fukushima não se devia a danos radioativos do DNA, outros casos continuam a se mostrar. Têm-se notícia desta vez de três coelhos na China que também nasceram sem orelhas. Esses fatos por enquanto são encarados com o descrédito natural dos céticos e dos desinformadores. Infelizmente, até estes um dia cairão na realidade quando os casos humanos se sucederem e o perigo vier rondar sua porta.



Esse desastre nuclear não tem precedentes na Terra. Ele será muito maior do que os surtos de peste bubônica quer mataram 25 milhões de pessoas na Europa no século XIV. Esse holocausto não terá seis milhões de judeus mortos, como diz a propaganda sionista. Nem será como os 200 milhões de mortos pelo comunismo no século vinte. Esse desastre é um evento de extinção global. A vida na Terra será muito diminuída, empobrecida e degenerada ao longo do tempo. É hora de rezar.













domingo, 12 de junho de 2011

O JAPÃO ESTÁ MORRENDO











O Japão está morrendo desde a tragédia nuclear iniciada em 11 de março de 2011. Pelo menos um terço de sua população corre risco de vida se não for evacuada a tempo. Cento e vinte mil casos de câncer de tiróide, especialmente em crianças, são esperados nos próximos anos. Centenas de milhares de mortes são aguardadas para os próximos 20 anos. A tragédia produzida pelos reatores de Daichi-Fukushima durará décadas. Há quem afirme que os óbitos mundiais serão o dobro, talvez o triplo dos ocorridos nos 25 anos de Chernobyl. A mentirosa Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) esconde até agora os quase 1 milhão de mortos na ex-União Soviética e na Europa provenientes do meltdown (derretimento do núcleo do reator) de Chernobyl. Aquele era um reator pequeno, esfriado por grafite, da metade do tamanho de um reator japonês. No caso russo o reator foi rapidamente impedido de lançar radiação para a atmosfera; o caso japonês já tem 90 dias e não tem previsão para acabar.



Os perímetros ou áreas de evacuação determinados pelo governo japonês mostraram-se muito defasados de acordo com o conhecimento real da situação Os americanos foram mais precavidos: desde os primeiros dias se retiraram para um perímetro de 80 km. Hoje, entretanto, até isso se tornou insuficiente. É espantoso que o governo japonês procure ocultar o perigo que corre seu povo.

Muitos piores aconteceram em Daichi: são 4 os reatores (o número 4 começou a incendiar hoje, 12 de junho) danificados com vazamento incontrolável de radiação; houve o meltdown completos de três,  e as piscinas de dois deles, onde ficam mergulhadas em água as varetas de combustível nuclear usadas e altamente radioativas, foram parcialmente destruídas, contaminando a atmosfera do hemisfério norte do planeta; e o pior, o núcleo fundido abriu caminho para o exterior do prédio invadindo lençóis de água subterrânea. As imagens do video abaixo mostram a spent fuel pool semi-destruída.



http://youtu.be/OMpGVfU2jtI







                                Destroços da piscina

O video abaixo mostra a estranha explosão do reator 3. Este reator tem como combustível o Mox, mistura de urânio e plutônio, o que o torna o mais perigoso dos reatores do mundo. Dizem os especialistas que esta explosão foi nuclear, com cogumelo atômico e tudo. O vazio de informações feito pela sonegação criminosa da extensão da tragédia permite que se façam ilações que o reator 3 não existe mais.










A piscina de varetas altamente radioativas desapareceu totalmente. A explosão lançou na atmosfera uma mistura de plutônio cuja meia-vida é 80 anos e urânio 235, cuja meia-vida é 713 milhões de anos. Depois de 713 milhões de anos resta apenas a metade da quantidade inicial. É incompreensível como o Mox pôde explodir. O fato, no entanto, é que o reator desapareceu em meio a uma fumaça típica de uma explosão nuclear.
O texto a seguir na imagem está em inglês. Não tenho imagens semelhantes com textos em português. A lingua inglesa é fundamental. Não sabê-la é condenar-se à ignorância. Sorry, very, very much. Mas as imagens falam por si.






Os gases radioativos lançados na atmosfera ainda carregam partículas sólidas de vários elementos como o Césio 137, o Iodo 131, o Estrôncio 90, etc. Este material sólido já se precipitou (fallout) sobre a costa oeste americana. É por esse motivo que a história toda está sendo censurada pelas grandes redes de notícias. As autoridades americanas temem o pânico (o que acontecerá cedo ou tarde) que também baixaria as ações da TEPCO e da indústria nuclear (GE e Westinghouse). Mas os ventos da morte divina - Kamikazes - seguem seu curso inexoráveis. Vejam abaixo o regime de correntes aéreas.




É criminoso o cover up da mídia e do governo japonês. A TEPCO tem a política de divulgar informações com atraso de 2 meses, isso quando informa. Nisso é ajudada pela mídia corporativa que rebaixa (downgrade) a gravidade da sitação. Abaixo está um exemplo de desinformação.








O Japão é um país com uma população de quase 130 milhões de habitantes. Somente a área metropolitana de Tóquio, a maior do mundo, tem 45 milhões de pessoas. Quando whistleblowers falam em evacuação, eles estão falando de dezenas de milhões de pessoas que deveriam ser alojadas em outros países em um esforço humanitário inédito nos tempos modernos. Isso se faria acompanhar de um colapso econômico total da terceira maior economia do mundo, e de ônus não absorvíveis pelos países hospedeiros. Esse é um dos terríveis preços a pagar por essa população e o planeta inteiro. De qualquer modo, o prejuízo japonês já é de US$ 250 bilhões. Em menos de uma década seriam trilhões de dólares a serem repartidos por todos nós. 

A tragédia humana, que já é vasta, levando em conta os mortos pela tsunami, se multiplicaria por um fator de mil. A ecologia já está sofrendo muito. A contaminação do mar em níveis nunca antes vistos compromete a maior fonte alimentar desse povo. As algas e os peixes da costa oriental do Japão estão envenenados. O próprio solo de Tóquio e seu sistema de esgotos está contaminado com partículas radioativas com meia-vida de dezenas de anos. O video abaixo mostra a que os seres humanos estão sujeitos.

http://youtu.be/uLgcP9A2D3o






O que aconteceu com o coelho do vídeo também está acontecendo com humanos: mulheres grávidas desde janeiro deste ano estão em risco. O plutônio e o urânio são têm como característica maior danificar o DNA das espécies. E o mundo oficial silencia sobre isso tudo.

O cover up, marca registrada dos "controladores", como são todos os globalistas illuminati e sionistas, neste caso é máximo. Eles se preocupam somente com seu lucro e seu poder indivisível. Mas eles foram longe demais no caso japonês. A Terra não acabará, mas ficará mais cruel, mais cara, e seus recursos mais escassos do que nunca. Os "controladores" ficarão bem como sempre ficaram. Mas nós, os escravos bíblicos, ficaremos na pior, como sempre. E continuaremos a trabalhar (adorar) para eles, como sempre fizemos. 

domingo, 5 de junho de 2011

Enquanto isso, em








                     

(Liberdade é Escravidão)


Integrante da gang da língua presa de novo às voltas com a Justi... eu ia dizer Justiça. Esqueçam. Aquilo que vocês viram na Rede Globo de Pornovisão era a antecipação da novela das 9. Será que o Palofi é gay?


Palocci, ou Palofi, foi a Globo (ou a reportagem foi até ele) depor. Eu ainda não sei se foi a Globo que se ofereceu (como prostituta que é), ou foi o próprio Palofi que a procurou. Aliás, isso não tem a mínima diferença, é uma questão de preço entre eles que a gente não tem que se meter. Diante de milhões de telespectadores especialistas em novelas gays, Palofi, dife tudo. Ou quavi tudo. Não dife, por exemplo, nem foi perguntado pelo Mosquera (com o perdão da má palavra), o que vem a ser tráfico de influênfia. Eu que não assisto novelas gays, perguntaria isso ao Minivtro. Pheria uma thaia juvta nele. (O leitor deve me desculpar pela falta de critério: afinal, língua preva tem também o fom do th inglês, por isso th e não o v ou o f).

Mas isso seria pedir demais da mídia oficial. A imprensa no Bravil da língua e do rabo preso, é incapaz de qualquer ato jornalístico sério e independente desse poder podre em que se encosta. A sua maior missão é nos transformar em travecos. Em outro país o show do Ministro seria acompanhado por um festival de pesquisas de opinião e debates televisivos paralelos. Nada disso aconteceu. Palofi saiu convencido que sua defesa já foi feita. E foi mesmo.






 Mas, que cara de pau desse chinêv! Depondo na Rede Globo de Pornovisão, o que é mais agradável do que falar no Congresso ou em uma CPI, Palocci ainda athim não conseguiu explicar nada. Dando voltas e mais voltas às facílimas perguntas do Moscão global, Palofi aproveitou e lanfou sua candidatura à presidênfia do Bravil ou do FMI. Ninguém como ele tem mais talento de multiplicar (e esconder) fortunas. Só não se sabe se seu charme sedutor é daqueles que derrubam os corações de camareiras.



Ignorância é Força








O que ele tem no "cabeçário"?













MecLivros para a promoção do analfabetismo e "uma vida melhor", e o MecCartilhas para a promoção do homossexualismo.



O Ministro da Deseducação, Fernando Haddad (na foto) do Lula e Dilma Bruxeff, agora é acusado de tentar destruir a aritmética por blogueiros e jornalistas independentes que denunciam o que o povo (sheeple) já não pode entender mais. A última é a sua MecCartilha ou MecLivro, que atacou Euclides, como era chamada a aritmética antigamente (no Brasil é chamada pomposamente de matemática). Para o Ministro Haddad, 10 menos 7 é igual a 4. Mas eu, sinceramente, não vejo nada de errado nisso, afinal estamos em 1984, a novela de George Orwell, onde o Wilson Smith afirmava e se repetia, para não perder a consciência de si mesmo, que LIBERDADE É PODER DIZER QUE 2+2 É IGUAL 4. O torturador O’Brien o convenceu que qualquer resultado é a resposta certa. Para Fernando Haddad, o torturador dos números e do idioma português, 2+2 é qualquer resultado, inclusive 4.






Por uma Vida Mais Cheia de Erros










Entretanto, seu nome é mais lembrado pelo MecLivro Por Uma Vida Melhor, que (an)alfabetiza com gramáticas que contém erros propositais, cometido pela “professora” Heloísa Ramos (na foto). Para o Ministério da Deseducação não existem erros e acertos, mas resultados, segundo fórmula famosa de Paulo Freire e dos tarados relativistas. Não havendo erros e acertos poder-se-ia fechar as escolas e poupar muito dinheiro. Pela qualidade da Deseducação brasileira atual seria melhor investir em lavouras cooperativadas de MacConha. Mas isso é outro MecMinistério em um país que tem PhD em analfabetismo.


 




Lula, Odebrecht e Cia Ilimitada da Corrupção










Lula, PhD honoris causa própria,



só viaja nas asas da Odebrecht. No Panamá, Venezuela, Cuba, nos paraísos socialistas, discursando sobre os mais variados temas, Lula recebe em seu nome pessoal o cachê da construtora que o próprio Lula, administrador honrado do nosso dinheiro, já tinha lhe pago. E ninguém investiga esses negócios milionários que envolvem o uso do BNDES como ponte para enriquecimento ilícito de Lula e Cia Ilimitada. A Revista Forbes, ou alguém lá de dentro, andou falando em 3 bilhões de reais a fortuna de Lula em paraísos fiscais. Ouvi falar no paraíso fiscal das Ilhas Caimã, embora o lugar mais quente da grana toda esteja na Venezuela do amigão Hugo Chàvez. Mas a lagoa do Caimā (jacaré) vai secar. Os banqueiros que sustentam a farra do boi comunista perderam a paciência com Hugo Chàvez — estão de olho no óleo venezuelano. Já a quantia supostamente paga a Lula para discursar pode ser um hoax — não haver pagamento nenhum, e a coisa toda ser uma cortina de fumaça (provavelmente de MacConha) para esconder os ganhos ilícitos daquele cidadão inocente.



(Guerra é Paz)



A nossa sorte é que a Dilma Bruxeff nāo leva o menor jeito para Big Mother.
















quarta-feira, 1 de junho de 2011

Furando o Cerco






O Cerco de Israel, parte do estudo de Heitor de Paola, é precioso e vem em boa hora. Mas as horas urgem, têm pressa; os acontecimentos se desenvolvem rapidamente. Os pronunciamentos recentes do presidente Obama são um exemplo disso. A um retumbante discurso se seguiu outro, muito fraco, hesitante. E contraditório, onde alguns chegaram até entrever uma ambivalência perigosa. No primeiro, Obama exigiu, mais do que sugeriu, que Israel voltasse a suas fronteiras de 1967. Obama estava dizendo claramente o que Israel jamais concederá. Obama sabe disso. Em Washington, na Casa Branca, levou uma “mijada” histórica do primeiro Ministro isralense Benjamin Netanyahu. Por uma hora, na frente das câmeras do mundo inteiro, Obama ouviu calado Bibi dizer que ele não tinha a menor idéia do que seja o conflito israelense-palestino, e que menos ainda sabe sobre a segurança de Israel. Depois disso Obama se desdisse, sustentando uma ambigüidade que procurou disfarçar beijando a mão da realeza inglesa.



Enquanto Obama disfarçava a matança na Líbia com um churrasco nos jardins de Downing Street, algo muito apropriado para um Nobel da Paz, Netanyahu era aplaudido 55 vezes no Congresso e depois ovacionado por uma claque de 10.000 pró-judeus da IAPAC. Lá estavam no congresso sionista boa parte do Senado, dos Representantes, empresários, mídia, em suma, alguns bilhões de dólares sionistas que desde Truman garantem a eleição de cada presidente americano. Diz-se que jamais um presidente americano se elegeu sem o consentimento e o apoio da IAPAC (American Israel Public Affairs Committee).



Isso parece tranqüilo, mas o que preocupa é o que acontecerá a seguir no Oriente Médio com essa ambivalência toda. Para uns, Obama é um pró-islâmico, anti-Israel. Pode ser, mas ele sabe que sem o dinheiro e o apoio judeu-sionista ele não se reelege. Se nele prevalecer a tendência pró-islâmica, abandonando Israel à sanha do seus inimigos, então poderíamos cogitar de uma acachapante derrota israelense, depois de uma guerra sangrenta de sobrevivência. Particularmente não acredito neste cenário. Prefiro pensar que Obama faz jogo duplo, aumentando a temperatura para uma guerra de grande alcance econômico, político, e estratégico; na prática uma guerra mundial não anunciada, não aprovada pelo Congresso, como é o costume. E o inimigo é o Iran. Aliás, isso já começou, como escrevi há poucos dias.


Qualquer tese exige o mínimo de fatos. Fontes das IDF garantem que os árabes sauditas ESTÃO EM ENTENDIMENTOS COM ISRAEL. De fato, os sauditas têm em Israel um aliado para enfrentar seu inimigo comum: os xiitas iranianos e seus lacaios no Bahrein e no Yemen. Não foi por outro motivo que o primo saudita da Arábia invadiu (mais do que ajudou) o Bahrein. Mais do que isso, colocou a marinha árabe a duas horas de navegação da costa iraniana oriental no Golfo Pérsico. Cinco países (Bahrein, Qatar, Oman, Emirados Árabes Unidos e o Kwait) liderados pelo corrupto e assassino rei Abdullah da Arábia Saudita estão fechados com a OTAN na guerra líbia. Este país há tempos vem oferecendo bases militares para Israel para qualquer operação contra o Iran. Ganharam de presente, em contrapartida, o ativismo islâmico que estava dormente sob o governo de Mubarak. A Irmandade Islâmica de que nos fala Heitor de Paola ganhou vulto e pinta como real ameaça no imperialismo do Islã que unirá todas as facções religiosas. Essa é a parte mais sórdida da questão: aqui o assunto esquenta do ponto de vista das facções islâmicas envolvidas e no espólio político-econômico que elas traduzem. Xiitas vs. wahabitas; alewitas (Síria) vs. sunitas; com suas guerrilhas correspondentes, criam um cenário assustador, especialmente para Israel. Mas a Nova Ordem Mundial, onde Israel é a metade, controla eles todos. Make no mistake.



O Financial Times publicou que Washington planeja vender 123 bilhões de dólares em armas para os árabes do Golfo. 67,8 bilhões para a Arábia Saudita,35,6 bilhões para os Emirados, 12,3 bilhões para o Oman, e 7,3 bilhões para o Kuwait. É um grande negócio, considerando que a guerra aérea dos banqueiros da OTAN custa US 350 milhões por dia. O petróleo "árabe" paga a conta.



Do outro lado do quebra-cabeça, a Rússia se entende com Israel, que serve de interlocutor para impedir qualquer ameaça americana (ou da OTAN) contra a Síria e seus preciosos portos, cujo governante se recusa a abdicar obedecendo aos gritos histéricos de Hillary Clinton. As bases russas na costa síria mantém a recusa americana a Bashar Assad apenas no nível retórico. O “prêmio Nobel da Paz” não quer estragar a relutante, mas garantida ajuda dos russos na ocupação da Líbia. Por falar nisso, o motivo da guerra Líbia, além do petróleo, é o domínio estratégico da região, a costa sul do Mediterrâneo, como escrevi em texto recente. Até os chineses tinham um papel nisso. Trinta mil trabalhadores chineses abandonaram ainda em março a Líbia, deixando-a sem a infraestrutura na indústria de alimentos. A rapina da OTAN destinou ao Qatar a administração do petróleo líbio. Eles têm know-how e falam árabe. A British Petroleum tem o dinheiro e representa os Rothschild. A Líbia está sendo saqueada. Uma coalizão de raposas liderada pelo Barry Soetoro (a.k.a., Barack Obama) se dedicam ao saque do petróleo do Oriente e da costa africana. Ingleses e franceses, dinamarqueses, noruegueses, italianos, espanhóis (pau no povo espanhol nas ruas!), viraram saqueadores com conta em bancos suíços. É uma vergonha. Nem Lula roubou tão descaradamente. A Nova Ordem Mundial nem se esconde mais. Criam razões para guerras sem fim, visando apenas lucros fantásticos. Essa história enruste o domínio dos banqueiros da CASA de ROTHSCHILD sobre o mundo. Se Israel só aparece como vítima ameaçada então temos uma soap opera característica de Hollywood.


Resulta de tudo que Israel não está tão cercado assim. Quem realmente está cercado e sem futuro é o judaísmo e o cristianismo. Se o assunto chegar ao ano que vem, ano eleitoral nos Estados Unidos, a tendência é a de uma aliança americana com a OTAN (o bloco dos puxa-sacos), Israel, e os russos (se fingindo de mortos), contra o Iran, o "sonho de consumo" militar da Nova Ordem Mundial. Nessa aliança estarão os sauditas encharcados de petróleo e sangue.


E os Palestinos, poderia alguém perguntar? Ora, os palestinos. Eles continuarão lá, jogando foguetes contra civis inocentes nas cidades israelenses, e levando chumbo (ou fósforo branco!) dos sionistas agredidos. O conflito pela Terra Prometida comprada aos turcos depois da Primeira Guerra continuará. É necessário haver uma orwelliana guerra permanente neste lugar Sagrado. A existência do Hamas e do Fatah como agressores assassinos (que de fato são) é necessária e útil para essa guerra de sacrifícios humanos. Israel não tem petróleo. Essa é uma fraqueza de Israel. A outra é a sua permanência forçada em Eretz Israel. Não acredito que o Mahdi islâmico se mostre agora para ser destruído precocemente pelo messias judeu que ainda não veio, mas tem lenço, documento, e o Federal Reserve. Antes do Islã, o petróleo. Antes do messias, o dinheiro. O cerco a Israel foi furado na reunião anual da AIPAC. Israel estará vivo para lutar e vencer essa guerra suja.